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Premiação equivalente a R$ 4 milhões foi concedida a dois médicos imunologistas pela descoberta de uma nova e promissora possibilidade de tratamento contra a doença

Estudos Desenvolvidos pelos imunologistas James P  Allison, dos Estados Unidos, e Tasuku Honjo, do Japão, inspiraram a criação de medicamentos que impedem a fuga das células do câncer, permitindo que o sistema imunológico consiga combatê-las. Eles decobriram que o sistema imunológico do corpo pode ser aproveitado para atacar as células cancerígenas em escala.

A caquexia no paciente oncológico caracteriza-se por perda de função motora, perda de tecido muscular, perda de peso-não-voluntária, perda ou não de tecido adiposo e aumento da taxa metabólica basal, contribuindo para a piora da qualidade de vida e diminuição da longevidade do paciente.

Apesar de a caquexia associada ao câncer constituir causa direta da mortalidade em até 40% dos pacientes, a síndrome da caquexia raramente é identificada ou diagnosticada. Ainda com menor frequência, é tratada, verificando-se que apenas 2,4% dos pacientes com câncer recebem o diagnóstico de caquexia.

Como descrito pelo Dr Bruggemanet et al. , JOP 2016:  “ A Caquexia relacionada ao câncer é multifatorial, com perda de músculo esquelético, levando à piora funcional progressiva. Apesar de amplamente vista na prática clínica, a prevenção, identificação precoce e as intervenções na caquexia permanecem desafiadoras. O impacto da caquexia na qualidade de vida, toxicidades relacionas ao tratamento, função física e mortalidade estão bem estabelecidos. Contudo, estabelecer uma definição clínica significativa é algo desafiador se nos basearmos na perda de peso isoladamente. Tentativas de definir de forma mais abrangente através da composição corporal, função física e uso de biomarcadores moleculares, apesar de promissoras, ainda não são  incorporados na prática clínica.

A cúrcuma, ou açafrão-da-terra, é um tempero muito utilizado na Índia, que vem ganhando mais espaço e anda chamando a atenção dos cientistas pelo mundo, especialmente quando se fala em câncer.

O Centro de Câncer MD Anderson, nos Estados Unidos, líder em pesquisas sobre a doença, orienta os pacientes a adotarem, de forma gradual, a dose de 8 gramas de curcumina ao dia. Ou seja, cerca de duas colheres de sopa do tempero.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o professor de bioquímica José Cláudio Moreira avaliou o uso da curcumina no câncer cerebral de cobaias. Ele relata que foi constatado a diminuição de 45 a 60% dos tumores nos animais que receberam a substância. E sem efeito tóxico.

O ingrediente indiano, no entanto, tem outros benefícios! Pode ser utilizado contra problemas inflamatórios intestinais e infecções mais comuns em quem passou por uma cirurgia no aparelho digestivo.

Para aproveitar o que a curcumina tem de melhor e conseguir, assim, resultados positivos na saúde, é importante inseri-la em uma alimentação equilibrada e sem exageros: recomenda-se a quantidade máxima de 5 gramas, o mesmo que uma colher de chá. O suficiente para o prato encher os olhos e, de quebra, fazer jus à fama do ingrediente.

 

 Na Oncotrata, a assistência psicológica tem o objetivo de trabalhar os pacientes em sua singularidade. O acolhimento e atendimento oferecidos tem como foco a maneira como cada pessoa percebe determinado acontecimento e como aquilo está refletindo na sua vida, nas suas ações e nos seus sentimentos. A psicóloga Natalia Frizzo explica como funciona a sua função nessa etapa: ”O psicólogo tem o papel de ampliar o leque de possibilidades das pessoas que vivenciam a doença, ajudando-os a compreender melhor seu processo de vida e de adoecimento e auxilia as pessoas a decidirem por elas mesmas qual caminho seguir.”

Todo paciente que recebe um diagnóstico e inicia seu tratamento, é ofertada avaliação psicológica e continuidade de acompanhamento psíquico ambulatorial. “Independente do diagnóstico ser oncológico, gástrico ou reumatológico (especialidades atendidas na clínica), o atendimento ambulatorial oferece um suporte emocional, realizando consultas em formato de psicoterapia breve, em uma frequência combinada. Os encontros acontecem à medida que o psicólogo e/ou profissionais da equipe percebem a necessidade, ou quando o próprio paciente ou familiar solicita”, explica Natalia.

Dessa forma, os benefícios do acompanhamento psicológico no tratamento do paciente são muitos, tais como: satisfação do estado geral de saúde e qualidade de vida; melhor adesão ao tratamento; maior tolerância aos efeitos adversos da quimioterapia, radioterapia e cirurgia e máxima comunicação entre paciente, família e equipe. “Além disso, contribui para o aumento do tempo de sobrevida, uma vez que a longevidade da paciente com câncer está relacionada com a capacidade de ajustamento do indivíduo à doença”, enfatiza a psicóloga.

 

Em 2010 a Oncotrata foi criada com o objetivo de se diferenciar no tratamento de câncer, unindo a excelência dos tratamentos médicos convencionais com o acolhimento e suporte dos tratamentos integrativos. Preocupar-se não somente com o tratamento, mas também com o bem-estar dos pacientes é essencial para a Oncotrata.

Esse conceito de Medicina Integrativa já é praticado nos EUA há alguns anos. Porém, somente em 2006, no Brasil, o PNPIC (Programa Nacional de Práticas Integrativas e Complementares) normatizou algumas das terapias consideradas consagradas e seguras. 

Anteriormente, as terapias eram chamadas de alternativas, posteriormente de complementares e nos dias atuais, de integrativas. O termo alternativa significava que a prática era utilizada no lugar da medicina convencional. Já o termo complementar sugeria que a prática seria utilizada junto com a medicina convencional. Portanto, a terminologia integrativa expressa que as terapias sejam praticadas juntamente com a medicina convencional assegurando a eficácia no resultado e a segurança do paciente.