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Ambientes estressantes despertam emoções ruins e podem servir de estímulo para experimentarmos sentimentos com os quais não lidamos bem. Compartilhar muito mais tempo com as pessoas, em um espaço menor e íntimo, exige que aprendamos a gerenciar nossos sentimentos e sensações, controlando a forma como agimos neste novo contexto.

É natural que a ansiedade de uma rotina diferente apareça, portanto faz-se necessário que foquemos no presente, no que podemos fazer agora, sem sofrer por antecipação. Nesses casos, nos cabe lembrar que o sentimento negativo é alimentado por discussões e reclamações, muitas vezes baseadas por situações que não estão ao nosso alcance de serem resolvidas naquele espaço e tempoLembre-se de não interpretar o isolamento físico como medida individual, mas como ação coletiva, libertadora, contribuinte para o achatamento da curva de propagação da doença, a partir de uma perspectiva comunitária e humana. 

Se a ansiedade é uma resposta em sinal a uma ameaça, é essencial que identifiquemos as causas que nos conduziram para a necessidade de isolamento, e, identificando seu propósito maior, possamos lembrar que, como nos ensinou Frankl, tudo pode ser tirado de uma pessoa, exceto uma coisa: a liberdade de escolher sua atitude em qualquer circunstância da vida.

 

Natalia Schopf Frizzo
Psicóloga - CRP 07/21597
Mestra em Psicologia e Saúde - UFCSPA
Residência em Gestão e Atenção Hospitalar - Área de concentração: Oncologia-Hematologia - UFSM/HUSM
Especialista em Cuidados Paliativos - Hospital Israelita Albert Einstein
Especialista em Psicologia Hospitalar - CFP
Coordenadora do Núcleo de Cuidados Paliativos da Oncotrata Oncologia Integrativa