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O termo Meditação vem do latin “meditatum”, que significa “ponderar”, consiste na concentração da mente como forma de promover o bem-estar geral.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a meditação como um método para a prevenção de doenças. A prática tem como objetivo acalmar corpo e mente para o desenvolvimento da consciência do aqui e do agora e, além de promover o relaxamento físico e mental, auxilia na busca do auto-conhecimento.

Um dos efeitos percebidos após a prática da meditação é a melhora nos quadros de ansiedade e depressão, transtorno que coloca o Brasil no topo do ranking realizado em 2018 pela OMS, relacionando os países com maior número de casos.

As meditações que se desenvolveram a partir das tradições orientais milenares começaram a ser praticadas no início do seculo XX no ocidente. Desde então, a meditação, juntamente com a prática do yoga vêm ganhando reconhecimento quanto a sua eficácia na transformação do ser humano e de seus hábitos. De tempos em tempos, surgem novas técnicas meditativas que visam ampliar seu poder de abrangência a pessoas de diversas crenças sem ter o componente religioso necessariamente durante os exercícios. O Mindfullness vem ganhando bastante adeptos nesse sentido e sendo empregado pela ciência em suas investigações no campo da neurociência. Independentemente da linha escolhida, a meditação baseia-se no foco, busca pela clareza mental e atenção às experiências do momento presente.

Da mesma maneira, práticas meditativas de tradições orientais estão desempenhando papel importante junto a hospitais americanos e europeus. Harvard, como exemplo, está formando tradição em pesquisas com pacientes que agregam esse tipo de meditação em seus métodos de investigação. Já tem mais de uma década que estão avançando com resultados surpreendentes e produzindo inovação como tratamento auxiliar para doenças não comunicáveis.  As técnicas meditativas do Kundaini Yoga, como ensinada por Yogi Bhajan, técnica empregada na Oncotrata, está se consagrando como uma prática muito utilizada nessas instituições. Entretanto, quando estamos focados no processo de cura do paciente, toda a prática  meditativa é bem-vinda, e se temos documentações comprobatórias de sua eficácia, tanto melhor.

Em estudo promovido pela UNIFESP, os participantes relataram os seguintes resultados:

  • Melhora na postura e respiração;
  • Aumento na disposição física;
  • Diminuição de dores físicas;
  • Melhorias em doenças crônicas (junto com tratamento convencional);
  • Mudanças no hábito intestinal.

Além desses, é comum relatos de pessoas que, após adotarem a meditação em seu dia a dia, sentiram a redução da ansiedade e percepção de bem-estar geral.

Mas, como meditar?

Ao contrário do que muitos devem imaginar, a meditação não é somente não pensar em nada. O cérebro humano possui a capacidade de se manter em plena atividade mesmo com o corpo totalmente em repouso. Por isso, alguns praticantes podem se sentir frustrados ao não conseguirem se livrar de pensamentos nem que seja por poucos minutos. Esse não é o foco, o ponto principal é a atenção consciente ao momento presente.

Existem meditações guiadas, zazen ou meditação zen-budista, meditações com mantras ou orações e cada indivíduo deve perceber o que melhor se encaixa em sua vida.

Aqui, queremos contribuir com uma forma simples de meditação. Vamos tentar?

 
Confira o passo a passo para começar a meditar:

1. Estabeleça uma meta de tempo. No início, de três a cinco minutos diários já são suficientes;

2. Você pode optar por uma música, meditação guiada ou silêncio.

3. Escolha um local confortável para você e livre-se das distrações. Desligue os aparelhos eletrônicos e tenha certeza de que não será interrompido por ninguém;

4. Encontre a postura correta. Sente-se e defina uma posição confortável para as pernas e braços. Em seguida, endireite sua coluna para a posição vertical;

5. Direcione o seu olhar suavemente para ao ponto entre as sobrancelhas e feche os olhos;

6. Crie foco. Para isso, relaxe o corpo ao prestar atenção nas próprias sensações;

7. Sinta a sua respiração. Respire normalmente, procurando um ritmo estável. Então mentalize seu abdômen e acompanhe os movimentos da respiração;

8. Limpe sua mente. Sempre que um pensamento surgir inesperadamente, deixe o passar como se fosse um vagão de trem em movimento. Então volte a focar na respiração;

9. Finalize sua meditação de forma suave. Quando você estiver pronto, desperte seu corpo e mente aos poucos. Sinta cada membro despertar. Para isso, inicie mexendo suavemente os dedos dos pés e siga pelo restante do corpo;

10. Pratique muitas vezes para criar um hábito e sentir todo os benefícios da meditação. Para isso, o ideal é meditar todos os dias no mesmo horário.