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A caquexia no paciente oncológico caracteriza-se por perda de função motora, perda de tecido muscular, perda de peso-não-voluntária, perda ou não de tecido adiposo e aumento da taxa metabólica basal, contribuindo para a piora da qualidade de vida e diminuição da longevidade do paciente.

Apesar de a caquexia associada ao câncer constituir causa direta da mortalidade em até 40% dos pacientes, a síndrome da caquexia raramente é identificada ou diagnosticada. Ainda com menor frequência, é tratada, verificando-se que apenas 2,4% dos pacientes com câncer recebem o diagnóstico de caquexia.

A alimentação é de grande importância para a melhora do quadro do paciente caquético-oncológico, devendo sempre estar de acordo com as suas necessidades calóricas, podendo fazer uso da Terapia Nutricional Oral ou Terapia Enteral quando necessário. O aumento do fracionamento da dieta auxilia na aceitação do alimento, que pode vir a diminuir devido à falta de apetite do paciente com caquexia.

Porém qual é o melhor tratamento? O diagnóstico precoce! É imprescindível que se faça acompanhamento nutricional do paciente, verificando as medidas antropométricas, a presença de perda de massa muscular e de peso, avaliação dos sinais e sintomas relacionados a nutrição.

O tratamento da Caquexia deve ser Interdisciplinar, com a atuação do Médico, Nutricionista, Psicólogo, Fisioterapeuta e Educador Físico.

 

Elaborado por Gustavo Fusquine (Estagiário de Nutrição) e Nutricionista Oncológica Fernanda S. Bortolon